SNEL11: Fundo Imobiliário Inova com Energia Solar e Renda Mensal Elevada

Fundo SNEL11 revoluciona mercado com energia solar e renda estável. FII especializado em usinas solares atrai R$ 622 milhões e oferece dividendos mensais

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(Imagem de reprodução da internet).

O mercado de capitais brasileiro apresenta um novo ator com foco em renda estável. O SNEL11, um fundo imobiliário especializado em energia solar, propõe uma estratégia inovadora, trocando imóveis tradicionais por usinas solares operacionais. Essa abordagem combina a previsibilidade do setor elétrico com os benefícios fiscais dos Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs).

Renda Mensal e Contratos de Longo Prazo

O modelo do SNEL11 se baseia em tratar a energia como um “tijolo”, adquirindo usinas solares já em funcionamento e alugando-as através de contratos de fornecimento de energia de longo prazo. Funciona de forma semelhante a um FII tradicional, oferecendo dividendos mensais e garantindo a previsibilidade da renda.

Crescimento e Expansão do Fundo

O SNEL11 tem apresentado um crescimento rápido, sendo reconhecido como pioneiro em energia sustentável. Em um período de pouco mais de um ano, o fundo multiplicou seu tamanho quase cinco vezes, captando recentemente cerca de R$ 622 milhões e atingindo um valor de mercado de aproximadamente R$ 950 milhões.

O plano é expandir o portfólio, com foco em Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Mato Grosso e Distrito Federal.

Vantagens Fiscais e Diversificação de Risco

Como fundo imobiliário, o SNEL11 não está sujeito a impostos sobre a receita operacional, o que aumenta o valor disponível para os cotistas. Além disso, ao investir em ativos já operacionais, o fundo reduz os riscos associados à construção, licenciamento e engenharia, priorizando a geração imediata de caixa.

A diversificação do portfólio, com dezenas de usinas em múltiplos estados, também dilui os riscos e otimiza custos.

Indicadores de Desempenho e Potencial de Investimento

O SNEL11 tem apresentado um yield de dividendos acima de 13% nos últimos 12 meses, distribuindo cerca de R$ 1,20 por cota. A baixa correlação da energia solar com o mercado tradicional, e o potencial de crescimento da demanda por energia limpa, contribuem para um perfil de investimento com baixo risco e alta rentabilidade.

Indicadores como o Sharpe apontam uma relação favorável entre retorno e risco.

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