A Evolução Histórica do Sorvete e o Mercado Financeiro em 2026
O sorvete passou por transformações significativas ao longo dos milênios para chegar à sobremesa que conhecemos hoje. Desde a antiguidade, civilizações como a persa, chinesa e romana já misturavam gelo ou neve com frutas e especiarias, criando algo extremamente refrescante.
Para conservar os ingredientes, utilizavam métodos como buracos no solo ou adegas, muito antes da invenção de refrigeradores modernos. Os egípcios, por exemplo, já possuíam receitas de gelo triturado misturado com frutas ou bebidas.
A Trajetória do Gelato e o Cenário Econômico Global
Gregos e romanos consumiam misturas parecidas, e na China, combinações de leite e arroz eram resfriadas com neve. O primeiro sorbet foi registrado na época do Renascimento, quando um cozinheiro desenvolveu uma receita com ovos e leite para a corte da família Médici.
Nesta linha de história, Tony Miranda viajou até a Itália para estudar a arte de fazer um autêntico gelato. Com isso, ele fundou a rede Gelato Borelli, que alcança um faturamento anual de R$ 500 milhões. A expansão da rede ocorre por meio de franquias, contando atualmente com 240 lojas espalhadas pelo Brasil.
Tensão Geopolítica e Impacto nos Mercados de Commodities
Em relação aos mercados, a instabilidade política gera grande volatilidade. Em um caso recente, nem mesmo 21 horas de negociações entre EUA e Irã foram suficientes para um acordo. Os representantes dos governos deixaram a mesa sem avanços.
Como resposta, Donald Trump elevou o tom, afirmando que a marinha norte-americana fecharia o Estreito de Ormuz a partir das 11h da segunda-feira (13). Essa tensão afeta diretamente os preços do petróleo, que voltaram a subir acentuadamente, ultrapassando os US$ 100.
Os contratos futuros do Brent, por exemplo, registraram alta superior a 7% na manhã.
Pressões nos Mercados Globais e Foco dos Investidores
Os mercados globais amanhecem sob pressão. As bolsas asiáticas encerraram o pregão sem um rumo definido, enquanto os índices europeus iniciaram o dia em queda generalizada. Em Wall Street, o cenário não é diferente, com os futuros de Nova York apontando para mais um dia de perdas.
Apesar do foco no conflito, os investidores acompanharão indicadores cruciais nos próximos dias. Estão previstas a prévia do PIB no Brasil, o Livro Bege nos EUA e dados de inflação na Europa. Nesta segunda-feira, os destaques incluem o Boletim Focus do Banco Central do Brasil e as reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI).
Destaques Setoriais e Situação Financeira
O BTG Pactual aponta que setores como RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3) e Petz (AUAU3) podem apresentar bom desempenho no primeiro trimestre de 2026. Em outras frentes, a Receita Federal comunicou que, no último lote de restituições, não foi possível pagar 17.744 pagamentos, totalizando cerca de R$ 265,6 milhões.
Em termos de investimentos, a casa avalia que cerca de 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que oferece uma proteção contra a inflação. Outros pontos de atenção incluem as indicações ao Cade, que seguem paralisadas, dependendo de aprovações no Senado Federal.
Panorama Político e Mercado de Câmbio
No cenário político, Flávio Bolsonaro e o presidente são os pré-candidatos mais conhecidos entre os eleitores para as eleições de 2026. Embora não tenha havido acordo, o encontro entre representantes do Irã e dos Estados Unidos representou o mais alto nível de interação presencial entre as partes.
Em outros setores, o ouro perdeu força nesta sexta-feira (10), mas acumulou alta ao longo da semana. Em relação a títulos de dívida, a repercussão foi mais contida, apesar do interesse dos acionistas com a troca de CFO e possível venda de ativos.
Por fim, a tradição é mantida com a chegada da produção de cerveja alemã ao Brasil.
