Stablecoins atreladas ao Real: Novo Impulso que Pode Mudar o Mercado Financeiro Brasileiro

Stablecoins atreladas ao Real ganham força no Brasil e movimentam R$ 707 milhões! 🚀 Novo estudo revela o boom das criptomoedas e o impacto no mercado

22/05/2026 22:20

2 min

Stablecoins atreladas ao Real: Novo Impulso que Pode Mudar o Mercado Financeiro Brasileiro
(Imagem de reprodução da internet).

Stablecoins Atreladas ao Real Impulsionam Mercado Financeiro no Brasil

Um recente levantamento da Fintrender, plataforma especializada em blockchain, revelou um cenário promissor para as stablecoins atreladas ao real no Brasil. Dados indicam que essas criptomoedas já movimentam aproximadamente R$ 707 milhões, com um total de 13 stablecoins em circulação, representando cerca de US$ 140 milhões.

O mercado global de stablecoins, que já supera os US$ 300 bilhões, demonstra um crescimento significativo, impulsionado principalmente pelo avanço das stablecoins de varejo.

Stablecoins de Varejo e o Crescimento On-Chain

De acordo com o estudo, seis das stablecoins em circulação no Brasil são direcionadas ao varejo, permitindo negociações em exchanges ou armazenamento em carteiras digitais. Em maio de 2026, essas stablecoins somavam cerca de US$ 44 milhões em transações on-chain, equivalendo a aproximadamente R$ 222 milhões.

As blockchains Polygon, Celo e XRP Ledger concentram a maior parte dessas emissões, evidenciando o interesse do mercado por essas tecnologias.

Mercado Institucional e a Tokenização

Além das stablecoins voltadas ao varejo, o Brasil também apresenta um mercado institucional em expansão. Essas stablecoins operam em blockchains permissionadas, com acesso restrito a participantes autorizados. A aprovação de um projeto-piloto de tokenização pela Anbima, envolvendo 20 consórcios, incluindo grandes bancos, impulsionou o interesse no setor.

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A expectativa é que novas stablecoins atreladas ao real sejam lançadas nos próximos meses, consolidando o papel dessas criptomoedas como infraestrutura financeira digital.

Desaceleração do Drex e a Liderança Privada

A desaceleração do projeto Drex, da moeda digital do Banco Central, abriu espaço para a iniciativa privada acelerar o desenvolvimento de stablecoins nacionais. Segundo Gustavo Cunha, CEO e fundador da Fintrender, o setor privado assumiu a liderança, buscando transformar as stablecoins em real em um sucesso similar às stablecoins em dólar no exterior.

A avaliação do mercado aponta para o potencial das stablecoins em pagamentos, tokenização de ativos e integração com sistemas bancários.

Bancos e Cripto: Uma Aproximação

O avanço das stablecoins ocorre em um contexto de crescente aproximação entre o mercado tradicional e o cripto. O Bradesco, por exemplo, está estudando atuar na custódia de moedas digitais, enquanto a Hashdex incorporou o ETF DEFI11 ao FOMO11, após o enfraquecimento do segmento de finanças descentralizadas.

No mercado de previsões Polymarket, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 45% de chances em cenários eleitorais monitorados pela plataforma, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 32%.

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