TEPP11: BTG Pactual Aumenta Recomendação de Compra e Revela Potencial de Valorização!

TEPP11: BTG Pactual Aumenta Compra! 🚀 O fundo imobiliário TEPP11 atrai investimento do BTG Pactual. Lucros, expansão e dividendos de R$ 0,12 em 2026! Saiba mais

20/02/2026 17:04

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FII TEPP11: BTG Pactual Aumenta Recomendação de Compra

O fundo imobiliário TEPP11 (TEPP11), focado em lajes corporativas de alto padrão, tem atraído a atenção do BTG Pactual, que elevou sua recomendação de compra. A estratégia do fundo, que envolve a compra, melhoria e posterior venda de ativos, tem gerado bons resultados para os cotistas.

O TEPP11 tem se destacado pela forma como opera, adquirindo participações em ativos corporativos classe B, implementando melhorias operacionais, estreitando o relacionamento com inquilinos e elevando a locação. Após cerca de seis anos de desinvestimento, o fundo está entrando em um novo ciclo de expansão, com aquisições de edifícios como o Ed.

Top Center, Ed. Faria Lima e Ed. GPA Jardins, todos em São Paulo. Essas aquisições foram estruturadas com troca de cotas e pagamentos parcelados, contribuindo para o crescimento patrimonial e a diversificação da carteira.

Análise do BTG Pactual

Os analistas do BTG Pactual destacam que o momento é oportuno para comprar o TEPP11. A estratégia do fundo, que envolve a compra, melhoria e posterior venda de ativos, tem gerado bons resultados para os cotistas. A expectativa é que os cotistas recebam dividendos de R$ 0,12 por cota no primeiro semestre de 2026, sustentados por ganhos não recorrentes.

O fundo também apresenta um “yield” anualizado de 15,7%, um patamar atrativo em comparação com a média do segmento de lajes corporativas, que gira em torno de 10%. Além disso, as cotas do TEPP11 estão com um desconto de 4% em relação ao valor patrimonial, e os analistas preveem um potencial de valorização de 10,3% em relação à cotação atual, com um preço-alvo de R$ 10,10.

Operações e Retornos

A venda do Ed. Cond. São Luiz (SP), um dos principais ativos do TEPP11, gerou um ganho de capital de R$ 9,34 por cota, com uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 11%, e contribuiu para a redução da alavancagem do fundo. A gestão do TEPP11 também planeja realizar reformas nos ativos, o que pode reduzir a vacância do portfólio, atualmente em 5,7%, e aumentar a renda recorrente.

Projeções Futuras

Embora o BTG Pactual estime que o montante de R$ 80 milhões necessário para financiar as novas aquisições não seja uma grande preocupação, o fundo tem flexibilidade para obtê-lo por meio da venda de ativos, emissões ou aumento de dívida, elevando o endividamento para 28% do total de ativos.

A gestão do TEPP11 acredita que a combinação de dividendos no curto prazo, a solidez operacional e a continuidade da tese de investimentos validada criam uma relação risco-retorno atrativa.

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