Trump Amplia Agressão Tarifária: Nova “Tarifa Mundial” em Ataque!
Trump intensifica ataque comercial com “Tarifa Mundial”! 🚨 Presidente anuncia aumento de 10% para 15% em novas tarifas. Leia mais!
Alívio de Trump se Dissipa: Nova Rodada de Tarifas
Um dia após a Justiça dos Estados Unidos anular as tarifas impostas por Donald Trump em abril do ano passado, o presidente dos EUA anunciou uma nova escalada: o aumento de 10% para 15% em uma medida que ele chamou de “Tarifa Mundial”. A sobretaxa comercial, que ele descreve como uma resposta a “décadas de exploração” por parte de diversos países, será aplicada, segundo o comunicado, “com efeito imediato”.
Trump enfatizou que essa ação é uma resposta a “décadas de exploração” por parte de países que, segundo ele, não receberam “retribuição” até que ele chegasse ao poder.
A decisão, divulgada em sua plataforma Truth Social, surge após meses de contemplação e uma revisão detalhada da decisão da Suprema Corte, que considerou a imposição de tarifas sem a aprovação do Congresso como uma violação da Constituição.
Trump critica a decisão da corte, argumentando que ela é “ridícula, mal escrita e antiamericana”. O presidente insiste que essa nova rodada de tarifas faz parte de um “processo extraordinariamente bem-sucedido” para “Tornar a América Grande Novamente”, um objetivo que ele sempre enfatizou durante seu mandato.
Desafios Legais e Reações Políticas
A medida enfrenta desafios legais significativos, já que a Seção 122, a lei que permite tarifas de até 15%, exige a aprovação do Congresso para sua prorrogação após 150 dias. Especialistas acreditam que essa aprovação não ocorrerá. Além disso, o uso da Seção 122 é inédito, e pode levar a novos processos judiciais.
O senador Mitch McConnell classificou a tentativa de Trump de ignorar o Congresso como “um inconveniente a ser evitado”, ressaltando o papel do legislativo na política comercial.
Reações e Implicações Econômicas
A decisão da Justiça dos EUA, que anulou as tarifas gerais, gerou críticas, especialmente da parte democratas, que acusaram Trump de agir como um “rei” e de prejudicar a classe média. No entanto, o apoio do presidente tem diminuído, com 34% dos entrevistados expressando aprovação e 57% expressando desaprovação, segundo uma pesquisa da Reuters/Ipsos.
O representante comercial de Trump, Jamieson Greer, afirmou que países como Malásia e Camboja devem honrar os acordos existentes, mesmo que isso signifique taxas mais altas do que as previstas na Seção 122. A situação pode trazer benefícios temporários para países como o Brasil, que não negociou um acordo com Washington, mas agora pode ver sua taxa cair para 15%, pelo menos temporariamente.
A Luta Continua: Tarifas e o Futuro do Comércio
A decisão da Suprema Corte, que deu munição para os democratas, que acusam Trump de agir como um rei e de prejudicar a classe média. Contudo, o barulho mais perigoso para a Casa Branca vem de dentro. O senador Mitch McConnell classificou como ilegal a tentativa de Trump de ignorar o Congresso, lembrando que o papel do legislativo na política comercial não é um “inconveniente a ser evitado”.
Autor(a):
Redação
Portal de notícias e informações atualizadas do Brasil e do mundo. Acompanhe as principais notícias em tempo real