Trump busca anexar Groenlândia à EUA: reação e riscos globais
Trump busca anexação à Groenlândia! Presidente dos EUA, Donald Trump, manifesta intenção de incorporar a Groenlândia ao território americano. Rejeição imediata da ilha
Trump Projeta Anexação à Groenlândia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou a intenção de buscar a posse da Groenlândia. O anúncio foi feito durante uma reunião na Casa Branca, onde também conversou com executivos da indústria do petróleo. Trump declarou que utilizará “o jeito fácil ou o jeito difícil” para alcançar seu objetivo.
O argumento central do presidente é a segurança nacional. Ele justificou a possível anexação afirmando que a Groenlândia seria mais facilmente defendida caso fosse território americano. Trump mencionou a necessidade de evitar que Rússia ou China exerçam influência sobre o território.
Apesar de não abordar questões financeiras inicialmente, Trump deixou claro que buscará a posse da ilha de qualquer maneira. Ele expressou a intenção de “fazer algo em relação à Groenlândia, quer eles gostem ou não”. Essa declaração gerou preocupação em diversos países.
Groenlândia Rejeita a Proposta
A Groenlândia respondeu prontamente às declarações de Trump. Os cinco partidos do parlamento local emitiram uma declaração conjunta, negando qualquer desejo de se tornar parte dos Estados Unidos. Os líderes groenlandeses enfatizaram a importância de decidirem seu próprio futuro.
Reação da Dinamarca
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, reagiu com veemência, alertando que uma ação militar americana poderia levar ao fim da OTAN. A situação coloca em risco toda a aliança militar ocidental.
Contexto e Argumentos
Apesar do acesso militar americano à Groenlândia, garantido por um acordo de 1951, especialistas questionam a necessidade da anexação. A ilha possui vastos recursos minerais e terras raras, tornando-a de grande valor estratégico. O derretimento do gelo ártico facilita o acesso a esses recursos.
Tentativas Anteriores
Trump já tentou comprar a Groenlândia durante seu primeiro mandato, comparando a negociação a um “grande negócio imobiliário”. A proposta foi rejeitada pelas autoridades groenlandesas e dinamarquesas, que insistiram que a ilha não estava à venda.
Autor(a):
Redação
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