Vale (VALE3) em alta: BofA eleva recomendação e projeta lucros recordes!

Vale (VALE3) surge como oportunidade! Bank of America eleva recomendação e projeta alta na mineradora. Descubra os detalhes!

02/04/2026 16:02

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(Imagem de reprodução da internet).

O mercado de minério de ferro tem apresentado um crescimento recente, mas a Vale (VALE3) não acompanhou essa tendência. Segundo o Bank of America (BofA), essa divergência representa uma oportunidade de investimento para quem busca a mineradora.

O banco elevou a recomendação da Vale de “neutra” para “compra”, impulsionado pela queda recente das ações, que não reflete adequadamente o aumento do preço do minério de ferro. Além disso, o BofA revisou o preço-alvo da ação para R$ 100, considerando um cenário mais positivo para a produção de cobre a longo prazo, o que pode ajudar a mitigar os impactos das pressões de custos decorrentes do cenário geopolítico atual.

Projeções de Resultados e Fluxo de Caixa

O BofA também revisou para cima as projeções de resultados da Vale para 2026. O banco estima um lucro por ação (EPS) de US$ 1,73, superando em mais de três vezes o desempenho de 2025, com projeções de US$ 2,02 em 2027 e US$ 1,82 em 2028. O ponto crucial que sustenta essa tese é a geração de caixa, e o potencial que essa pode ter para o acionista.

Com o preço do minério de ferro em torno de US$ 103 por tonelada (spot em US$ 108), o BofA projeta um fluxo de caixa livre (FCF) com retorno de dois dígitos, o que abre espaço para dividendos mais generosos.

Pilares da Tese do BofA

A visão positiva do banco para a Vale se baseia em cinco pilares fundamentais. A empresa demonstra flexibilidade operacional, ajustando sua produção conforme as condições de mercado, priorizando o valor em vez do volume, o que aumenta a eficiência e a capacidade de capturar preços melhores.

A Vale também projeta um crescimento significativo, atingindo 360 milhões de toneladas de minério de ferro até 2030 e quase dobrar a produção de cobre até 2035, com foco em produtos premium e metais estratégicos.

A disciplina financeira da empresa, com custos mais enxutos e investimentos controlados (abaixo de US$ 6 bilhões), garante uma geração de caixa superior à de seus concorrentes, abrindo espaço para dividendos mais elevados.

Além disso, a Vale reduz sua exposição a custos, graças a contratos de longo prazo e menor dependência de importações de combustível.

O avanço em temas ESG, como acordos e gestão de barragens, também pode atrair investidores institucionais, e um possível acordo envolvendo Mariana, no Reino Unido, pode ser um gatilho relevante.

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