Varejistas em Alta: Isenção de IR Promete R$ 19,2 Bi para Empresas!

Isenção de IR impulsiona varejo! R$ 32 bilhões podem chegar às prateleiras com Assaí, Grupo Mateus e Pague Menos. Saiba mais!

30/01/2026 15:28

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Isenção de IR Promete Impulso Modesto ao Varejo

Com a ampliação da isenção do Imposto de Renda para trabalhadores com renda até R$ 5 mil, uma parcela da população poderá ter um pequeno aumento no poder de compra. Essa mudança, considerada um impulso modesto, deve beneficiar algumas varejarias.

A expectativa é que o dinheiro extra no final do mês incentive gastos adicionais.

Análise do Santander Revela Beneficiários

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio (CNC), analisados pelo Santander, a isenção do IR gerará um aumento de R$ 32 bilhões na renda de trabalhadores. O banco estima que esse valor não será direcionado principalmente para moradia, saúde, educação, investimentos ou pagamento de dívidas.

Em vez disso, o setor de varejo é apontado como o principal beneficiário.

Setores que Mais Vão se Beneficiar

Se 60% desse valor for gasto no varejo, as empresas podem receber cerca de R$ 19,2 bilhões a mais neste ano. O setor de alimentos, farmácias e bens duráveis são os que mais devem se beneficiar. Empresas como Assaí (ASAI3), Grupo Mateus (GMAT3), Pague Menos (PGMN3) e RD Saúde (RADL3) são apontadas como os maiores ganhadores.

Impacto nas Empresas Selecionadas

O Assaí, por exemplo, pode ter um aumento de R$ 652 milhões em suas receitas no ano, representando um incremento de apenas 0,7% na receita total do atacarejo. A RD Saúde pode ver um aumento de R$ 317 milhões, com um crescimento de 0,6%. O Grupo Mateus deve receber R$ 295 milhões, ou um aumento de 0,6%, enquanto o Pague Menos pode ter um ganho de R$ 125 milhões, com um crescimento de 0,7%.

Outros Varejistas e Expectativas

Além das empresas mencionadas, Renner (LREN3), Guararapes (GUAR3), Mercado Livre (MELI) e C&A (CEAB3) também devem ter um aumento de 0,3% a 0,1% em suas receitas. O banco ressalta que é preciso aguardar os balanços do primeiro trimestre para confirmar essa tendência, com o mercado aguardando os dados do quarto trimestre do ano passado.

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