Warner Bros. em Negociações Frenéticas: Paramount e Skydance Disputam Bilhões!

Warner Bros. em crise! Nova oferta da Paramount Skydance abala negociação com Netflix. Detalhes chocantes sobre a disputa bilionária! Saiba mais.

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(Imagem de reprodução da internet).

Warner Bros. Analisa Nova Proposta da Paramount Skydance em Disputa Bilionária

Em uma semana de negociações intensas, a Warner Bros. anunciou nesta terça-feira (24) que recebeu uma nova oferta de aquisição da Paramount Skydance. A proposta chegou dentro do prazo estabelecido para a entrega da “melhor e última oferta”, que encerrou-se na segunda-feira (23).

O valor exato da nova proposta não foi divulgado publicamente.

O conselho da empresa está avaliando a oferta com o apoio de seus assessores financeiros e jurídicos. Apesar da novidade, a empresa reafirma que o acordo de fusão com a Netflix permanece válido e continua sendo a recomendação para os acionistas.

A situação demonstra a complexidade da negociação, que envolve bilhões de dólares e o futuro da indústria de streaming.

Detalhes da Proposta e Garantias Adicionais

Inicialmente, a Paramount ofereceu US$ 30 por ação em dezembro, com um bônus de US$ 0,25 por ação a cada três meses caso a operação não seja concluída até dezembro de 2026. Além disso, a Paramount se comprometeu a assumir a multa de US$ 2,8 bilhões que a Warner teria de pagar caso rompesse o contrato com a Netflix.

A empresa também buscou reforçar garantias de financiamento, um ponto de atenção em negociações anteriores.

Netflix Ajusta Proposta e Investigações em Andamento

A Netflix revisou sua proposta no mês passado, elevando-a para US$ 27,75 por ação, totalmente em dinheiro, totalizando cerca de US$ 82,7 bilhões. A estrutura da proposta recebeu o apoio unânime do conselho da Warner. A disputa começou no final de 2025, com a Netflix apresentando a primeira oferta formal e a Paramount respondendo com uma oferta hostil avaliada em cerca de US$ 108,4 bilhões.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriu uma investigação para avaliar se a compra pode gerar concentração excessiva no setor. Autoridades solicitaram informações a empresas do mercado sobre possíveis impactos concorrenciais. A conclusão de qualquer acordo ainda depende de aprovações regulatórias, do aval dos acionistas e da separação prévia da unidade Discovery Global.

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