WEG: JP Morgan em Alerta Máximo! Análise Revela Risco e Expectativa de Queda nas Ações

JP Morgan alerta: WEG (WEGE3) corre risco! Banco eleva alerta após balanço de fevereiro/2026. Investidores, atenção! 🚀

19/02/2026 19:05

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(Imagem de reprodução da internet).

O JP Morgan elevou a WEG (WEGE3) a um selo de alerta de curto prazo, conhecido como “Negative Catalyst Watch”, em vista da divulgação do balanço do quarto trimestre de 2025, agendada para 25 de fevereiro. A análise do banco aponta para um risco elevado de queda nos preços das ações da companhia, especialmente considerando o cenário atual.

Apesar dessa avaliação, a recomendação do JP Morgan permanece “overweight” – equivalente a uma recomendação de compra.

Desempenho da WEG e do Mercado

As ações da WEG apresentaram uma queda de 3,78% no pregão desta quinta-feira (19), sendo negociadas a R$ 51,37. Apesar dessa queda, a companhia acumulou alta de 5,73% no ano, enquanto o Ibovespa subiu 1,35%, atingindo 188.534,42 pontos.

Preocupações do JP Morgan

A principal preocupação do JP Morgan reside no elevado nível de avaliação da WEG. Os analistas consideram que o preço das ações está acima do que seria esperado, com um “preço sobre lucro” (P/L) de 32 anos de lucro esperado para 2026 e um múltiplo EV/Ebitda de 21,6.

Esses indicadores sugerem que o investidor está pagando um prêmio alto, especialmente em um momento de expectativa de crescimento mais lento da receita e margens pressionadas.

Impacto do Câmbio e Expectativas

O JP Morgan também destaca a sensibilidade da WEG às flutuações cambiais. Uma variação de 5% no câmbio real/dólar pode impactar a receita em aproximadamente 3% e o Ebitda em 5%. O banco acredita que o mercado já precifica uma recuperação que ainda não se materializou nos resultados da empresa.

Fatores Positivos e Negativos

Embora o JP Morgan reconheça que cerca de 60% da receita da WEG vem do exterior, o que reduz a exposição à economia brasileira, o banco enfatiza que a empresa não é um veículo ideal para se beneficiar de uma recuperação econômica local. A análise final do JP Morgan dependerá do desempenho do quarto trimestre, com a possibilidade de novas revisões negativas nas projeções para 2026 caso os resultados não atendam às expectativas.

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