Hantavírus Terror no Cruzeiro Internacional: Mortes e Investigação Global

Hantavírus causa morte em cruzeiro internacional! 😱 OMS confirma 5 casos positivos e 3 mortes. Passageiro britânico em UTI na África do Sul. Saiba mais!

07/05/2026 12:06

2 min

Hantavírus Terror no Cruzeiro Internacional: Mortes e Investigação Global
(Imagem de reprodução da internet).

Hantavírus Causa Morte em Cruzeiro Internacional

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que cinco dos oito casos suspeitos de hantavírus registrados em um cruzeiro internacional foram, de fato, positivos. A situação é grave, com o registro de três mortes entre os passageiros. Até o momento, a OMS não divulgou detalhes sobre quais indivíduos receberam o diagnóstico, mas a informação inicial apontava para um cidadão britânico de 69 anos, que foi levado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Joanesburgo, na África do Sul, após apresentar os sintomas.

O caso inicial, noticiado no início da semana, indicava um passageiro britânico. Posteriormente, um segundo caso confirmado foi registrado em uma mulher alemã, que faleceu durante a viagem. O cruzeiro, que partiu da Argentina em abril, tem sido palco de um surto preocupante.

Outros dois passageiros, um casal holandês, também perderam a vida devido à infecção pelo hantavírus.

As autoridades sanitárias investigam a possível origem do contágio, com a hipótese de que o vírus possa ter sido adquirido fora do navio. Uma das linhas de investigação envolve um voo realizado em Joanesburgo, na África do Sul. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, expressou que a ameaça à saúde pública, apesar do surto, permanece baixa.

Ainda que a organização esteja ciente de relatos de outros passageiros afetados, a OMS ressalta que o hantavírus possui um longo período de incubação. Maria Van Kerkhove, diretora do Departamento de Prevenção e Preparo para Epidemias e Pandemias, enfatizou que a situação é distinta da pandemia de Covid-19. “Não é o início de uma nova pandemia de Covid-19. É um surto que aconteceu em um navio, com uma área confinada e um vírus que não se propaga da mesma forma”, explicou.

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A equipe da OMS continua monitorando a situação, buscando identificar a fonte do surto e implementar medidas de controle.

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