PetroReconcavo Distribui JCP e Revela Lucros Recomeçam a Crescer com Novas Ações

PetroReconcavo surpreende com JCP de R$ 100 milhões! 🚀 A gigante do setor anuncia resultados financeiros e renegocia contrato com Brava Energia. Saiba mais!

07/05/2026 19:58

2 min

PetroReconcavo Distribui JCP e Revela Lucros Recomeçam a Crescer com Novas Ações
(Imagem de reprodução da internet).

PetroReconcavo Distribui JCP e Apresenta Resultados Financeiros

A PetroReconcavo (RECV3) anunciou nesta quinta-feira, 7 de maio de 2026, uma distribuição de R$ 100 milhões em juros sobre capital próprio (JCP) para seus acionistas. A notícia veio acompanhada de um balanço que mostrava uma recuperação no lucro da empresa em relação ao último trimestre e uma queda nas receitas anuais.

O pagamento de R$ 0,341252 por ação ordinária será destinado aos investidores que possuíam ações em 18 de maio de 2026.

A partir de 19 de maio, os papéis da PetroReconcavo passarão a ser negociados “ex-proventos”, o que significa que o valor dos juros distribuídos será considerado na cotação das ações. Os investidores terão a opção de comprar as ações antes do prazo para receber o JCP ou aguardar o ajuste na cotação e adquirir os papéis sem direito ao pagamento.

A data de pagamento do JCP é 28 de maio.

Os valores referentes aos JCP serão imputados aos dividendos mínimos obrigatórios do exercício de 2026. A empresa registrou um lucro líquido de R$ 124 milhões no primeiro trimestre de 2026, um aumento significativo em relação ao quarto trimestre de 2025.

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No entanto, em comparação com o ano anterior, o lucro apresentou uma queda de 46%, atribuída ao cenário operacional e à menor produção. A receita líquida atingiu R$ 684 milhões no trimestre, considerando os efeitos do hedge NDF.

A PetroReconcavo também anunciou a renegociação do contrato com a Brava Energia (BRAV3), assinando aditivos aos contratos de venda de petróleo e um Heads of Agreement (HoA) para um contrato de longo prazo envolvendo o Ativo Potiguar. Os aditivos entraram em vigor em 1º de abril de 2026 e têm validade de três meses, com redução de cerca de 40% no desconto da parcela fixa média dos contratos atuais e atualização dos mecanismos de ajuste variável.

A empresa ainda aguarda aprovações societárias para o contrato de longo prazo, que, caso não seja concluído até 31 de julho de 2026, retornará às condições comerciais anteriores.

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