Santander Escolhe Ex-Diretor para Impulsionar Próxima Fase da Instituição

Santander Nomeia Ex-Diretor para Liderar Próxima Fase da Instituição
O Banco Santander Brasil (SANB11) anunciou, em março, uma movimentação estratégica para o futuro da instituição. O conselho de administração aprovou, por unanimidade, Gilson Finkelzstain para assumir o cargo de diretor-presidente. A nomeação representa uma continuidade na gestão, com o mandato de Finkelzstain se estendendo até a primeira reunião do novo colegiado após a assembleia geral ordinária de 2027.
Experiência e Recomendações
A indicação de Finkelzstain foi recomendada pelo Comitê de Nomeação e Governança do banco. O executivo, que possui um histórico consolidado no Santander, declarou estar apto para o cargo e atendeu a todas as exigências regulamentares estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A efetivação da posse ainda requer a aprovação do Banco Central do Brasil, o encerramento do contrato com a B3 e a saída de Mario Leão.
Trajetória Profissional de Finkelzstain
Gilson Finkelzstain possui uma trajetória profissional rica e diversificada no mercado financeiro. Inicialmente, atuou no Citibank e no JP Morgan, alcançando cargos de diretoria. Posteriormente, passou pelo Bank of America Merrill Lynch, onde também ocupou posições de liderança.
Sua experiência no Santander remonta a 2011-2013, quando desempenhou funções na área de renda fixa, câmbio e produtos estruturados.
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Além disso, Finkelzstain teve um papel fundamental na história da Cetip, onde atuou como presidente e liderou a fusão com a BM&F Bovespa, que resultou na criação da B3 em 2017. Sua atuação na Cetip o consolidou como uma figura importante no mercado de custódia e liquidação de títulos.
Expectativas para a Nova Gestão
Analistas do JP Morgan preveem que a nova gestão do Santander se concentrará em duas áreas-chave. A primeira delas é a disciplina de custos, com o banco buscando manter um crescimento nominal zero nas despesas, priorizando a eficiência operacional.
Essa estratégia inclui a implementação do programa de tecnologia “Gravity”, que visa a migração de sistemas legados para a nuvem.
A segunda frente é a seletividade no crédito, com foco em segmentos mais rentáveis, como clientes de alta renda e pequenas e médias empresas (PMEs). A expectativa é que o banco reduza a exposição às faixas de menor renda nos próximos anos, buscando retornos entre 40% e 50% nesses segmentos.
Autor(a):
Redação
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