Lula explode em tom de insatisfação com corte de juros do Copom!

Lula critica Copom e cobra cortes maiores! Presidente expressa insatisfação com decisão do Banco Central e avalia cenário internacional. Saiba mais!

19/03/2026 15:29

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(Imagem de reprodução da internet).

Lula Reage com Insatisfação ao Corte de Juros do Copom

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua insatisfação com a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de reduzir a taxa básica de juros em apenas 0,25 ponto percentual, durante um evento em São Paulo nesta quinta-feira (19).

Em um tom de decepção, Lula admitiu que poderia estar mais feliz com o resultado. “Hoje é um dia que eu poderia estar mais feliz, mas eu estou triste”, declarou o presidente, evidenciando sua expectativa por um corte maior.

Críticas ao Banco Central e à Justificativa da Guerra

O presidente reforçou sua insatisfação com a reunião do Copom, expressando a esperança de um descolamento de juros de pelo menos 0,5%. Lula criticou a justificativa apresentada, relacionada ao cenário internacional e à guerra, argumentando que essa situação “até no nosso Banco Central, não é possível”.

Ele ressaltou a necessidade de o Banco Central agir com mais ousadia para estimular a economia brasileira.

Esforços do Governo e Reconhecimento ao Ministro Haddad

Em meio à crítica, Lula destacou os esforços do governo federal para impulsionar o crescimento econômico. Segundo ele, a equipe econômica está trabalhando ativamente para estimular o crescimento, aumentar a geração de empregos e elevar os salários.

O presidente enfatizou que o governo está fazendo “sacrifícios” para alcançar esses objetivos, sem que o público tenha plena consciência da magnitude desses esforços.

Elogio ao Ministro Haddad e à Reforma Tributária

Para finalizar, Lula fez um elogio ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacando seu papel crucial na aprovação da reforma tributária. O presidente afirmou que Haddad “vai passar para a história como o ministro da Fazenda mais exitoso do país, porque conseguiu aprovar uma reforma tributária que há 40 anos se esperava”.

Ele considerou a aprovação da reforma como um marco histórico para o Brasil.

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